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Homens relatam a experiência de levar uma “dedada” no ânus na hora do sexo

Uma das fantasias sexuais mais comuns é a prática anal, e alguns homens que experimentaram contam qual foi a sensação, se repetiriam e se recomendam

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Cada pessoa possui desejos sexuais específicos, mas, por medo ou vergonha, muitas não gostam de falar sobre o assunto. Um bom exemplo disso é que vários homens desejam que as parceiras insiram o dedo nos ânus deles, mas dificilmente têm coragem de revelar essa fantasia.

Esse desejo não é nenhuma bizarrice, afinal de contas o ponto G masculino fica situado na próstata dos homens, atrás da parede anal. Quando a próstata é estimulada, o cara pode ter uma incrível sensação de prazer e, para isso acontecer, é preciso que algo seja introduzido no ânus.

Por questões sociais, levar a famosa “dedada” ainda é um grande tabu , porque boa parte das pessoas ainda acredita que a prática anal está necessariamente associada à sexualidade do homem. Porém, basta abrir a mente para perceber que essa é apenas outra maneira de explorar as áreas erógenas do corpo.

Sem preconceitos
Experimentar coisas diferentes – sozinho ou com a parceira – é uma etapa importante para descobrir o que você gosta ou não na hora do sexo, já que só se pode descobrir se algo é prazeroso tentando. Ah, e não é preciso sentir vergonha de falar de expor os desejos.

Se você tem vontade de participar de uma brincadeira anal, saiba que você está sozinho. O portal britânico “Metro” conversou com alguns homens sobre as experiências pessoais que eles tiveram com a prática anal.

É preciso sentir vontade e falar do assunto
Ao ser questionado sobre vontade de realizar uma prática anal , Tom, de 21 anos, é bastante enfático. “Eu definitivamente tenho fantasiado sobre isso, acredito que todo mundo tem um pouco curiosidade”, conta. Já Mark, de 29 anos, tem uma opinião diferente. “Na verdade, não pensei sobre isso… Eu já vi acontecer em vídeos pornô e continuei me masturbando. Isso conta?”, questiona ele.

Quando questionados sobre qual seria a reação deles caso a parceira pedisse para introduzir o dedo na porta de trás, todos os entrevistados afirmam que não veem problema em conversar sobre o assunto.

“Saber o que a parceira quer é muito importante. Não diria que é algo que se pede na primeira vez que vai pra cama com alguém, pois é preciso conversar antes e criar intimidade”, comenta James, de 36 anos.

Como foi a experiência?
A maior parte dos entrevistados afirma que a primeira vez que a prática anal aconteceu, foi de forma natural. As experiências foram semelhantes: em geral, eles contam que a parceira estava fazendo sexo oral, foi descendo para os testículos até chegar ao ânus e, depois de lamber a região, introduziram o dedo.

“No início, foi bastante desconfortável, mas não doloroso. E sim, eu gostei! Provavelmente só senti o desconforto porque estava inseguro. Minha parceira ficou interessada no assunto e até comprou um vibrador para ver se rola de novo, vamos ver no que vai dar”, revela Josh, de 21 anos.

Chile's Gonzalo Jara (L) and Uruguay's Gaston Ramirez during their 20

É bom? Vale a pena repetir?
Os homens garantem que fariam a prática novamente e que podem até tornar isso algo regular durante o sexo, mas também confessam que só não sentem vergonha de falar sobre o assunto com os amigos mais próximos.

Sobre a sensação de ter o dedo introduzido no ânus, os entrevistados explicam que, no começo, é algo estranho, mas depois fica prazeroso. Para eles, o segredo é não tentar sem algum tipo de lubrificação .

“Parece errado no começo, então você passa a perceber que não há nada de anormal e sente prazer. Apenas se certifique de que a parceira não tem dedos muito compridos”, brinca Josh.

Desconstruindo o preconceito
Boa parte dos entrevistados concorda que os tabus que envolvem o tema estão relacionados à homossexualidade . “Acho que os homens veem qualquer coisa relacionada à bunda masculina como algo ‘gay’. Estamos dispostos a fazer sexo anal com uma mulher, mas se elas propõem isso para nós, é tido como algo ‘gay demais’ para desfrutar”, expõe James.

O principal é saber que sexo não é só sobre o pênis e que a região do ânus também pode dar prazer ao homem. “Eu falo abertamente sobre isso com os meus companheiros, temos um ponto G lá por uma razão: para que possamos aproveitá-lo na hora do sexo. Esse é o meu raciocínio”, completa Rheese, de 21 anos

Com informações do IG

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