Pessoas controladoras: como lidar com elas?
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Pessoas controladoras: como lidar?

O controle nas relações humanas se dá quando uma pessoa interfere no livre-arbítrio do outro e quer que sua vontade seja suprida, se intrometendo em assuntos que não lhe competem e deixando a relação disfuncional. Entre as características mais comuns das pessoas que controlam estão:

  • Invasão de privacidade: o controlador, na maioria dos casos, não tem confiança em si e muito menos no outro, por isso procura invadir a vida de quem ele quer controlar. Lê e-mails, faz perguntas íntimas, vigia o celular e faz de tudo para monitorar;
  • Falta de limites: invade também áreas que não lhe competem, como querer que a pessoa faça determinada coisa, opina no trabalho, relações familiares ou de amizade. “Invade territórios” que não o pertence;
  • Sentimento de onipotência: quando algo sai de seu controle, não entende porque os outros não percebem que ele está “sempre certo”.
  • Medo do novo: o controle exige rotina e constância, gerando medo sobre qualquer coisa diferente que aconteça. Nem tudo na vida sai como planejado, e isso é um problema para quem é controlador.
  • Sobrecarregamento: tanto a pessoa que controla quanto quem é controlado ficam sobrecarregados. É exaustivo para ambos os lados.

Lidar com essas pessoas não é uma tarefa fácil e um psicólogo é imprescindível para os dois: tanto aquele que controla, mostrando que é um comportamento tóxico, quanto quem está sofrendo deste abuso, pois ele fará com que a pessoa saiba colocar mais limites e não se permitir a passar por isso. No entanto, se você está sofrendo com alguém que interfere em seu livre-arbítrio, você pode tomar algumas atitudes que vão te auxiliar a ter uma relação mais saudável.

  1. Dê limites para si mesmo, mais do que para o outro: não se permita a passar por certas situações em nome “de um amor”. Se amar primeiro e saber o que você permite ou não é fundamental para que a relação seja mais saudável.
  2. Converse: demonstre que você não está feliz com tanto controle e procure conversar, com calma, que isso não te faz bem.
  3. Defenda seus direitos: parecido com o ponto 1, é importante você esclarecer que você tem o direito a ter sua vida e sua privacidade, e que uma relação onde há excesso de controle não é algo saudável.

Com informações de Psicólogo e Terapia

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