Psicologia do amor: conheça os seis tipos mais comuns
comportamento, psicologia

Psicologia do amor: conheça os seis tipos mais comuns

Muito se fala em amor, mas você já se perguntou o que esse sentimento significa para a psicologia? Segundo o psicólogo dos Estados Unidos, Robert Stenberg, o amor não necessariamente é um “gostar em maior quantidade”, mas sim um estado psicológico diferente onde o vínculo inclui elementos de proximidade, fascinação, exclusividade, desejo sexual e uma preocupação intensa.

Os estudos sobre o amor são bem aprofundados, mas os psicólogos sociais procuram ter uma explicação simples sobre o que é amar, dividindo-o em seis categorias:

  • Amor Romântico: Paixão, unidade e atração sexual, geralmente sendo o típico amor da adolescência;
  • Amor Possessivo: Como o nome sugere, há um sentimento de “posse” determinado pelo ciúme e emoções extremas;
  • Amor Cooperativo: Geralmente começa com uma amizade e, aos poucos, as pessoas vão alimentando hábitos e interesses em comum e percebem-se apaixonadas uma pela outra ao longo do tempo;
  • Amor Pragmático: Característico de pessoas ensinadas a reprimir os seus sentimentos. Estes não demonstram muito carinho e afeto, apesar de sentirem amor;
  • Amor Lúdico: Baseia-se na conquista e emoções passageiras;
  • Amor Altruísta: São aqueles que se anulam perante o outro, isolando-se em mundo onde só cabem os dois.

Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, comprovou através da ciência algo que muitos já observavam na prática sobre o “o amor ser cego”.

Isso porque, quando nos apaixonamos, várias partes do cérebro ligadas à capacidade e ao pensamento crítico são inibidas e, desse modo, tendemos a exagerar as qualidades daquela pessoa que consideramos especial e até mesmo vemos defeitos com um olhar “leve” ou até mesmo como uma qualidade. O efeito dessa paixão é semelhante ao de uma droga, que leva a um vício e, caso um dos lados não tenha uma mente saudável, pode levar a relações abusivas, justificando o porquê das vítimas, mesmo em relacionamentos tão tóxicos, não conseguem separar.

Em média, esse sentimento de paixão dura dois anos, até que nosso cérebro passa a enxergar a pessoa como ela realmente, e nossos sintomas psíquicos e físicos voltam ao normal. Na fase em que a paixão acaba, quando há um relacionamento saudável, que se cria um vínculo duradouro.

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