Agorafobia: quando a pessoa tem crises de ansiedade em situações cotidianas
psicologia

Agorafobia: quando a pessoa tem crises de ansiedade em situações cotidianas

Agorafobia é um dos transtornos de ansiedade que se desenvolve após a ocorrência de alguns ataques de pânico, atingindo cerca de 150 mil brasileiros. Os sintomas de ansiedade, angústia e medo ocorrem em situações como espaços abertos, tráfego rodoviário, centros comerciais ou qualquer ambiente em que a pessoa se encontra fora da própria residência.

Ir a espaços fechados como cinemas e lojas dão medo, sentar no meio de uma sala de aula, teatro ou cinema; transporte público; filas de espera; espaços com multidões desencadeiam esse medo. Em casos mais graves, a pessoa não consegue nem sair de casa, ao mesmo tempo que tem medo de permanecer sozinho na residência.

Não se sabe ao certo o que desencadeia a condição, mas acredita-se que haja uma combinação de fatores genéticos, já que vários membros de uma mesma família tendem a desenvolver os mesmos sintomas. Também supõe-se que eventos traumáticos, como a morte de um ente querido ou um ataque violento possam desencadear a Agorafobia. Entre os principais sintomas estão:

  • Aumento da frequência cardíaca;
  • Hiperventilação ou falta de ar;
  • Dor ou pressão no peito;
  • Tonturas;
  • Formigamento no corpo;
  • Suor excessivo;
  • Calafrios;
  • Náuseas;
  • Diarreia;
  • Desmaios;
  • Medo de morrer; lugares cheios; de ficar ou sair sozinho;
  • Ansiedade;
  • Baixa autoestima;
  • Insegurança.

Pessoas com essa condição tendem a ter uma autoestima muito baixa e são profundamente inseguras, e torna a vida da pessoa muito limitada e gera impactos negativos na qualidade de vida. Estima-se que 1,7% dos adultos convivam com o transtorno, e a maioria dos casos têm origem justamente no início da idade adulta. Além disso, outras condições que manifestam sintomas semelhantes incluem perturbação do estresse pós-traumático

Ao perceber que sua condição mental está atrapalhando, é importante ir ao psicólogo e ao psiquiatra para iniciar o tratamento. O psiquiatra vai receitar remédios que diminuem os sintomas de ansiedade, enquanto o psicólogo atuará na causa que faz a pessoa a desenvolver essas crises.

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