psicologia

Por que torcemos pelos vilões e achamos os mocinhos chatos? Freud explica!

Em produções audiovisuais, é comum que os personagens sejam divididos entre mocinhos e vilões, e mesmo que não seja uma regra, é comum que as pessoas torçam para que o vilão “se dê bem”, gerando algum tipo de empatia, mesmo sabendo que ele deve ser punido de alguma forma no final. Mas por que isso acontece? Freud te explica.

Segundo os estudos de Freud, a mente é dividida em três partes: o “id“, que é o nosso lado mais primitivo, os impulsos, as paixões, a libido, a agressividade; o “ego“, que surge da interação com a realidade e você adequa seus instintos ao ambiente; e o “superego“, formado pelos valores da sociedade, que reprime que o indivíduo aja de modo moral.

Pela teoria Freudiana, os vilões atuam com a ausência do superego, não tendo sentimentos de culpa, agindo por impulso muitas vezes, ou bolando planos malignos para ferrar o outro. Eles fazem tudo que nosso lado mais primitivo e instintivo gostaria de fazer, mas não podemos pelos valores sociais e morais que nós temos. Sentimento de vingança, desejo de matar, fazer o “circo pegar fogo”, rir da desgraça do outro etc.

Por essa mesma razão que tendemos a antipatizar com os heróis que são exageradamente bons, que sempre perdoam o mal que os outros fazem, que não punem seus algozes, não possuem nenhum defeito, vestem roupas comportadas, e que entram na caricatura dos “bonzinhos”, com todos os seus atos previsíveis. Os heróis são o superego atuando de forma caricata.

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