comportamento, psicologia

Síndrome de Peter Pan: o corpo é de adulto, mas o comportamento é de criança

A Síndrome de Peter Pan é quando a pessoa adulta, em geral os homens, tem comportamentos típicos de crianças e adolescentes, se sentindo inseguros para amadurecer. Basicamente, eles agem de modo diferente do padrão das pessoas para a idade dela, não se desvinculando do papel de criança, resultando em comportamentos disfuncionais.

Segundo o livro “The Peter Pan Syndrome: Men Who Never Grown Up” de Dan Kiley, essa pessoa não consegue exercer papel de pai ou profissional, não assumindo responsabilidades, tendo muita falta de autoconfiança.

Seus hobbies, brincadeiras, preferências alimentares, programas de televisão, e dependência emocional dos pais continuam, mesmo que a pessoa tenha 25-30-40 anos. Além disso, características como rebeldia, irresponsabilidade, birra e até mesmo alguns comportamentos como “bicos” e “língua para fora”.

Segundo o IBND, entre as características do transtorno incluem:

  • Dificuldade em expressar o que sente – estas pessoas não conseguem tem medo ou timidez de expressar o que estão sentindo.
  • Problemas para construir relacionamentos duradouros – devido à imaturidade, os indivíduos enfrentam diversos problemas para construir relacionamentos duradouros.
  • Adoração pela figura paterna/materna – como não querem assumir responsabilidades, pessoas com a síndrome sempre admiram muito os seus pais.
  • Procrastinação de tarefas e obrigações – não possuem o senso de responsabilidade que a vida adulta necessita e levam tudo na brincadeira.
  • Negação de responsabilidades – sempre que algo dá errado, eles jogam a culpa em outra pessoa
  • Relacionamento complicado com os pais – pessoas com a síndrome não possuem um relacionamento amistoso com os país por falta de maturidade.
  • Praticamente nenhum interesse pela sexualidade – as pessoas com a síndrome mantêm o pensamento de criança, não se atraindo pelo sexo.

O tratamento da síndrome de Peter Pan se dá com um psicólogo, que mostrará ao paciente que aquele comportamento dele é disfuncional e que o melhor é pensar e agir de um jeito mais funcional.

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