comportamento

Como saber se estou entrando em depressão?

A depressão é o mal do século, e só no Brasil, cerca de 17 milhões de pessoas estão com a doença, cuja origem habita em alterações dos neurotransmissores. Tudo isso gera um quadro debilitante e que, dificilmente, a pessoa sai sem uma ajuda especializada. Entre os pontos a considerar se você está com depressão incluem:

  1. Cansaço constante: indisposição, falta de motivação, vontade de “não fazer nada” pode ser indicativos de uma depressão;
  2. Sensação contínua de tristeza: diferente da tristeza “habitual”, a tristeza da depressão é permanente e, caso ela persista por mais de 15 dias, é motivo de preocupação. Irritabilidade constante e agressividade também são indícios;
  3. Alterações do apetite e do sono: dormir demais ou de menos, sentir fome demais ou de menos são quadros “clássicos” de pessoas que sofrem com depressão;
  4. Dores pelo corpo: cólica, pressão no peito, dor de cabeça, tensão nos músculos são indicativos também;
  5. Perda de prazer: atividades que anteriormente eram prazerosas passam a não ser mais;
  6. Isolamento social: a pessoa fica em sua casa, ou só no seu quarto, e não quer interagir com mais ninguém. Fica sozinha o tempo todo, ao ponto de não sair mais de casa;
  7. Falta de concentração: aquela sensação de cabeça vazia, com dificuldade de concentrar-se, de indecisão, de prestar atenção. Às vezes, os próprios pensamentos se tornam confusos dificultando a tomada de decisões diante das situações.
  8. Sentimentos de culpa: Outro sinal de alerta da depressão é o sentimento de culpa, inutilidade e incapacidade.

É importante ressaltar que o meio ambiente, apesar de contribuir em muitos casos como dito na lista acima, não necessariamente está associado a depressão, já que ela é uma doença que afeta nosso cérebro, diminuindo neurotransmissores como serotonina e endorfina. É comum que muitos digam “a pessoa tem uma vida perfeita, como ela ficou com depressão?”, sendo que uma coisa não tem nada a ver com a outra. Ninguém pega uma pneumonia e as pessoas associam a uma “vida perfeita”. No entanto, há fatores externos que podem contribuir para que a doença desencadeie.

Apesar disso, uma vida saudável contribui para a prevenção da doença, incluindo a alimentação, atividades físicas, menos estresse no trabalho e uma vida social saudável. Caso a depressão já tenha se instalado, é importante que a pessoa busque ajuda e siga “a risca” as orientações do médico e/ou do psicólogo.

O paciente, o médico, a família, amigos e todo o meio social deverão estar juntos em uma jornada para que a pessoa saia dessa condição e volte a ter uma vida normal.

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