psicologia

Ressentimento: quando não perdoamos quem nos fez mal

O ressentimento se origina da palavra francesa “ressentir” que, como o nome sugere, tem a ver com sentir novamente (re-sentir). Esta emoção se dá pela percepção da pessoa de um sentimento de injustiça, e uma defesa generalizada contra futuras situações semelhantes.

Este sentimento se dá, geralmente, quando alguém não reage a um tratamento negativo, sentindo-se discriminado, sofrendo preconceito, inveja, sentir-se usado, ter conquistas não reconhecidas etc.

De acordo com a filósofa Alice Maclachlan, há aspectos saudáveis e prejudiciais perante o ressentimento. “O que nos ressentimos revela o que valorizamos e o que esperamos (ou esperamos) dos outros; pode também revelar o que nos consideramos com direito a: isto é, como nossas expectativas de nossos arredores são organizados e medidos.”

Além disso, o ressentimento tem a função de nos alertar para como reagir a situações prejudiciais e injustas no futuro, importante quando este sentimento é bem canalizado.

Por outro lado, quando a pessoa fica com ressentimento de modo prejudicial, ela começa a desenvolver comportamentos que prejudicam ela própria, raiva hostil com um motivo de retaliação (ou seja, fantasiar sobre rebaixar alguém, desvalorizar ou retribuir alguém por uma lesão percebida), tempo de duração (que pode continuar por dias, semanas ou mesmo anos), ou quando muitos ressentimentos são mantidos, assim, drenando recursos, criando estresse e drenando emoções positivas.

Nessas horas, é importante procurar um psicólogo para que a pessoa trabalhe os ressentimentos e consiga ter uma vida mais saudável.

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