psicologia

5 sinais de que você sofre maus tratos invisíveis

Segundo um vídeo do canal “Psicólogos em São Paulo” da profissional Marisa Gabeu, os maus tratos invisíveis são, como o nome diz, formas de uma pessoa ou um grupo prejudicar o outro de forma “invisível”, onde atitudes aparentemente “inocentes” acabam por causar danos ao psicológico de uma pessoa. Isso pode acontecer em meios sociais, grupos de amigos, escola e até mesmo dentro da família. Entre os tipos mais comuns estão.

1 – Grupo o qual a vítima está inserido invalida um dos membros

Este ponto é quando um grupo de pessoas no qual a vítima está inserida é invalidada, mas não excluída. Basicamente, é aquela pessoa que os outros não querem que saiam do grupo, pois justamente querem que ela seja a pessoa que vai se destratada, invalidada e desmerecida. Acaba sendo um acordo que “acontece” naturalmente.

2 – Não mostrar que a pessoa é necessária

A vítima sempre é desnecessária, não é capaz, e sempre há uma demonstração de que a pessoa é “menos”, não validando, não reconhecendo e não acreditando na pessoa. Mesmo que a vítima faça alguma atividade até melhor que os outros do grupo, o grupo desqualifica mesmo assim.

3 – Ironia passiva agressiva

Este é um ponto onde alguém faz uma espécie de “gracinha”, mas a mensagem que passa é pesada e desconfortável para a vítima. Muito comum as pessoas dizerem em um tom carinhoso “ah, estou só brincando”, “mas você leva tudo muito a sério…”. Exemplos comuns são: “apesar de você não fazer nada direito….estou brincando!”, “você também não vale nada, não é?…..brincadeira”, “Nossa, você acordou cedo pra trabalhar?! Que milagre, estou gostando de ver…”

4 – Você é o culpado

Mesmo a vítima sendo legal e os outros não reconhecendo, colocam o sentimento de culpa na vítima como forma de dominá-la. “Ah, mas você também naquele dia não fez tal coisa, né?”, “Como você tem mais acesso a aquilo, você quem tem que fazer isso”, “Você não é nosso amigo? Que amizade é essa que você não faz tal coisa para nós?”.

5 – Falsa valorização

Não há um sentimento de que a vítima pertence ao grupo e que está fazendo por colaboração, é quase como se a vítima precisasse provar o tempo todo o merecimento de estar alí, causando um grande mal estar quando não faz o que o grupo quer. Passa aquele sentimento de “você é tão ruim, tão menos que todos nós e mesmo assim a gente te quer…”. É uma falsa valorização.

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