psicologia

Perdoar uma pessoa não significa conviver com ela

Se você perdoa muitas vezes, as pessoas se acostumam a te machucar”, já diria uma frase do senso comum. Segundo a psicóloga Marisa de Abreu, em seu canal do YouTube “Psicólogos em São Paulo”, não existe “excesso de perdão”, mas sim o momento inadequado e a forma errada de perdoar uma pessoa.

Marisa defende que o perdão é necessário quantas vezes for, porque nós, humanos, falhamos e somos passíveis de errar, além de ser beneficial para nós mesmos, já que nos livra de um “peso” do que a outra pessoa está fazendo. O perdão tem mais a ver conosco do que com o outro.

No entanto, o perdão não é sinônimo de negligenciar as situações e passar uma “borracha” em eventos ruins, como se nada tivesse acontecido e tudo volta como antes, já que não necessariamente a pessoa que cometeu o erro ou fez algo que você não gostou, se renova. Caso isso aconteça, é comum que as pessoas entrem em um ciclo de “perdoar, a pessoa comete a mesma falha, diz que não fará de novo, perdoa, e se repete”.

É necessário impor limites e mostrar que aquele comportamento do outro te afetou sim, e, dependendo da pessoa, o comportamento não vai mudar. Nesses casos, o melhor é perdoar, mas não manter contato e/ou ter um relacionamento mais distante.

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